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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

50 coisas que não sabia sobre Obama

O Telegraph revela esta segunda-feira meia centena de dados curiosos sobre o novo Presidente dos Estados Unidos.

Entre eles, o facto de coleccionar livros de quadradinhos do Homem-Aranha e de Conan-O Bárbaro, de o seu nome querer dizer “o abençoado” em Swahili, de ser canhoto, de ter umas luvas autografadas por Muhammad Ali, de ter prometido à mulher deixar de fumar antes das Presidenciais (mas não ter cumprido), de ter como livro preferido Moby Dick e como filmes favoritos Casablanca e Voando Sobre um Ninho de Cucos, de ter como especialidade na cozinha um chilli e de ter querido ser arquitecto, se não fosse a paixão pela política.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Canalizadores e pastores

De que é que se vai lembrar, quando recordar a corrida à Casa Branca?

A pergunta é respondida pela CNN, num artigo em que lembra que, passados os discursos, os debates e a febre da campanha, são momentos menos nobres os que ficam alojados algures na dispensa da memória colectiva.

Entre eles, ficam para a história, a adaptação de “Barbara Ann”, dos Beach Boys, que McCain transformou em “Bomb Iran”. Mas também a necessidade de Obama se afastar do seu “mentor espiritual” Jeremiah Wright, as gaffes de Joe Biden, a expressão “Pitbull de batôn” (de Sarah Palin sobre si mesma), a importância dada a Joe o Canalizador (que, afinal, não era nem Joe, nem canalizador), a filha grávida de Palin ou a intervenção de Paris Hilton a “arrasar” McCain.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Seja qual for o resultado…

…o que mais preocupou os americanos hoje, quando foram votar foi… a economia.

Numa sondagem à boca das urnas, mais de nove em cada dez* norte-americanos reconhecem que a situação económica “é má” e seis em cada dez dizem que a economia é o mais importante desafio da nação.

Diz a História que, sempre que o pensamento foi este, a eleição acabou com uma viragem política na Casa Branca. Foi assim em 1992, 1980, 1960 e 1932.

Curioso que, em 2004, os eleitores estavam mais divididos quanto à economia. 47% diziam que estava “boa” ou “excelente”, enquanto 52% diziam que estava “em má forma”.

Na altura, os “pessimistas” votaram no democrata John Kerry (cerca de oito em cada dez). Quanto aos “optimistas”, nove em cada dez deram voto a Bush.

Desta vez, como será?


*isto das médias nas sondagens tem destas coisas. O que serão, por exemplo, 9,2 americanos em cada dez? Nove americanos e um antebraço? Nove americanos, duas orelhas, um nariz e meio pé?

sábado, 1 de novembro de 2008

Política ou Arte?

A eleição do próximo inquilino da Casa Branca não é um mero acto eleitoral. Não é “só” a eleição do homem mais poderoso do mundo.

Também pode ser motivo de manifestações artísticas, que chegam a atravessar o Atlântico ou o Pacífico.

O Gum Election é um projecto de arte a que chamam “de guerrilha”. Nasceu em Outubro em Nova Iorque e o objectivo, para além de encorajar os norte-americanos a votar no próximo dia 4, passa por convencê-los a não deitar no chão as pastilhas elásticas que estejam a mastigar.

Assim, um artista não identificado resolveu criar um pequeno cartaz com as faces estilizadas dos dois candidatos: McCain em cima, Obama em baixo.

E a ideia é que o seu voto, em plena rua, seja expresso, colocando a pastilha que ia deitar fora em cima do candidato que não quer ver eleito. Ou seja, naquele que considera pior.

Se quiser espalhar esta forma de arte pela sua cidade - pode ler-se no blog do projecto – basta imprimir o cartaz que lá encontra e distribuí-lo.

Depois, é esperar que haja votantes a aderir com as suas pastilhas… e enviar para o blog as fotos com os resultados.

Já há cartazes espalhados por Nova Iorque, Seattle, Chicago, Miami ou São Francisco... mas também em Berlim, Dusseldorf ou Sidney.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Halloween democratizado

Todos os anos, os norte-americanos celebram o Dia das Bruxas a 31 de Outubro. Uma das características são as lanternas feitas de abóboras, com uma vela dentro.

Este ano, os democratas resolveram "obamizar" as suas lanternas. Com o nome, o logotipo ou a sua face, consoante o jeito do autor. Nunca uma festa de Halloween tinha sido tão politizada e o resultado pode ser visto aqui.

Votos que vêm do Espaço

Os astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS), ambos norte-americanos, também vão votar nas eleições para a Casa Branca.

Graças a uma lei instituída em 1997, os astronautas americanos, cuja maioria está recenseada na cidade de Houston, no Texas, ou arredores, têm a possibilidade de votar a partir do Espaço.

Um "procedimento electrónico de votação segura" – segundo a NASA – permite fazer chegar os votos a Terra.

Assim, o comandante Edward Michael Fincke e o engenheiro de voo Greg Chamitoff vão escolher o seu candidato a cerca de 400 quilómetros de altitude e a uma velocidade de mais de 28 mil km/h.

Lá de cima já enviaram um vídeo de apelo ao voto.

Esperemos que nestas eleições, estes, sejam os únicos votos a "cair do Espaço".

Mafalda Lacerda

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A fé de Obama

A religião de Barack Obama tem sido muito discutida durante esta campanha, com o mesmo a ver-se obrigado a negar várias vezes que seja muçulmano.

O facto de o seu pai ter sido muçulmano, tal como o seu padrasto, e de ter sido educado durante alguns anos na Indonésia – o maior país muçulmano em termos de população – não ajudam, como não ajuda o seu segundo nome: Hussein.

Mas o facto é que, ao contrário do que continuam a acreditar muitos americanos (cerca de 10% segundo algumas sondagens), Barack Obama é um cristão praticante. Aliás, a igreja que frequentava, United Church of Christ, foi motivo de embaraço quando algumas das opiniões do seu pastor, Jeremiah “God Damn America” Wright, vieram a lume.

Obama diz na sua biografia que abraçou o cristianismo já adulto, mas não há qualquer referência à sua religiosidade enquanto criança ou adolescente. Uma vez que ninguém na sua família directa levava a religião a sério, todos parecem dispostos a aceitar que o candidato não só não é, como nunca foi muçulmano.

Mas há um problema com este raciocínio. É que segundo a tradição islâmica, o filho de um muçulmano é sempre muçulmano, independentemente de ser praticante, ou de sequer o saber.

Poderá não parecer um aspecto muito importante, não fosse um pequeno detalhe. É que se Obama era, aos olhos do Islão, muçulmano na altura em que aderiu ao cristianismo, isso faz dele um apóstata. Mais, isso faz dele um murtad fitri, o pior género de apóstata, uma vez que teve a graça de nascer no seio do Islão.

Mãos no ar quem sabe qual é a punição prevista na Sharia para a apostasia…

Filipe d’Avillez

terça-feira, 28 de outubro de 2008

O que têm em comum o Japão, Sarah Palin e Barak Obama?

Os óculos da candidata a vice-Presidente dos EUA estão na ribalta. Agora, ele há com cada coincidência…

Os Kazuo Kawasaki MP-704 usados por Palin são produzidos na Masunaga Optical Manufacturing, uma fábrica japonesa localizada perto de uma região que tem o nome de Obama.

Ora, esta localidade na costa japonesa, vê com bons olhos e apoia publicamente o rival de Sarah Palin, Barak Obama.

As autoridades municipais de Obama, no Japão, quando repararam na coincidência entre os nomes, resolveram aproveitar para promover a sua região. Lá, encontram-se desde T-Shirts, a bolinhos, Obama burguers (hamburguer de peixe), pauzinhos e até uma música de apoio ao candidato homónimo.

Os óculos de Sarah Palin, esses, continuam a fazer furor. Feitos em titânio, não usam qualquer parafuso e o valor sem lentes, nos EUA, ronda os 255 euros.

O design é do japonês Kazuo Kawasaki, que antes já tinha visto as suas criações nas caras do antigo secretário de Estado Colin Powell ou da actriz Whoopi Goldberg. Mas agora é que o sucesso foi total. A fábrica não tem mãos a medir face à quantidade de encomendas que surgiram desde a primeira vez que Pallin apareceu em público com os óculos.

Já há lojas sem stock, mas ainda há o e-Bay.

É caso para dizer que Palin veio "ampliar" o sucesso de Obama.

Mafalda Lacerda

PUMA’s zangados apoiam McCain

Não se sabe ao certo quantos são. Estão bem organizados e rondam os fóruns e blogs da internet a espalhar a sua mensagem. Alguns têm sido vistos nos comícios, munidos de placards e propaganda aparentemente contraditória.

São quase todos membros do Partido Democrata, uma grande maioria são mulheres e estão muito zangadas desde que Hillary Clinton perdeu a nomeação para candidata à presidência dos EUA.

Findo o processo das primárias, estes apoiantes de Clinton ouviram os apelos para a unidade do partido e responderam: “Party Unity My Ass!”, que se poderá traduzir de forma diplomática como “União Partidária Uma Ova”.

Tinha nascido o PUMA, que mais tarde mudaria o significado do seu acrónimo para o mais politicamente correcto “People United Means Action”.

Quando vir imagens de uma mulher com t-shirt da Hillary Clinton e um crachá de McCain cuidado, está na presença de uma felina irritada e perigosa.

Filipe d'Avillez

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Todos querem ser como ela… por um dia

Sabe qual a fantasia que mais se vende este ano nos Estados Unidos para o Halloween?
Não procure mais: a peruca de Sarah Palin.

Nas lojas de disfarces, o best-seller é a peruca que imita o penteado da candidata republicana à vice-presidência. Está à venda por cerca de 50 dólares.

Em tempo de crise, e a pensar nos que não tem tanto dinheiro, uma réplica dos famosos óculos de design japonês custam-lhe cerca de 10 dólares.

Quanto a máscaras, a de Obama está a ter mais saída que a de McCain. O disfarce de “Joe o Canalizador” também não está a vender nada mal.

domingo, 26 de outubro de 2008

A playlist dos candidatos

John McCain e Barack Obama aceitaram o desafio da revista "Blender" e revelaram ao mundo as suas dez músicas de sempre.

Nesta batalha de DJ's com a Casa Branca em pano de fundo, o republicano assume-se como fã de ABBA e o democrata como um eclético ouvinte de rock, jazz, soul ou hip hop.

E para quem acha que os dois candidatos não têm nada em comum, desengane-se, porque a voz de Frank Sinatra consegue ser o factor de união.

Nota aos mais desatentos: Os nomes de algumas músicas não são inocentes.

BARACK OBAMA
1. Ready or Not - Fugees
2. What’s Going On - Marvin Gaye
3. I’m On Fire - Bruce Spingsteen
4. Gimme Shelter - Rolling Stones
5. Sinnerman - Nina Simone
6. Touch the Sky - Kanye West
7. You’d Be So Easy to Love - Frank Sinatra
8. Think - Aretha Franklin
9. City of Blinding Lights - U2
10. Yes We Can - will.i.am

JOHN McCAIN
1. Dancing Queen - ABBA
2. Blue Bayou - Roy Orbison
3. Take a Chance On Me - ABBA
4. If We MakeIt Through December - Merle Haggard
5. As Time Goes By - Dooley Wilson
6. Good Vibrations - The Beach Boys
7. What A Wonderful World - Louis Armstrong
8. I’ve Got You Under My Skin - Frank Sinatra
9. Sweet Caroline - Neil Diamond
10. Smoke Gets In Your Eyes - The Platters

Ricardo Vieira

O sistema explicado… para miúdos

O sistema eleitoral norte-americano é de tal modo complicado, que as autoridades temem uma elevada abstenção.
Afinal, quem alinha em algo que não compreende?
Por isso, sucedem-se as tentativas de explicar o que nem sempre é fácil de perceber. Nem que seja... em inglês básico!

sábado, 25 de outubro de 2008

Vão votar… mesmo que o sistema seja mau

…é a mensagem que a organização Why Tuesday quer fazer passar aos eleitores dos Estados Unidos.

Tal como nome indica, a Why Tuesday questiona, entre outras coisas, a tradição de se fazerem as eleições às terças-feiras. Mas porquê?

A sugestão é que as façam ao domingo para permitir que todos vão votar (por exemplo, os que têm dois empregos, que são cada vez mais).

Entretanto, interessa é votar. Por isso, uma conhecida actriz de Hollywood não dá a cara, mas dá a voz (distorcida), pela causa.

P.S. – se reparar, mesmo no fim do vídeo… dá para ver que é Kirsten Dunst (a “namorada” do Homem Aranha).

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Obama, McCain, casamento, aborto, casinos e… haxixe


Para além de escolherem o próximo presidente e os seus representantes para o Congresso e para o Senado, há 37 estados da união que colocam questões aos seus eleitores. As decisões destes 153 referendos estaduais apenas têm aplicação local e variam em importância e grau de polémica.

Casamento: Califórnia, Arizona e Florida colocam aos eleitores a possibilidade de limitar a definição de casamento à união “entre um homem e uma mulher”, para combater ou inverter as leis que pretendem permitir o “casamento” homossexual.

Aborto: Mais uma vez na Califórnia, a Proposição 4, se aprovada, obrigará os médicos a informar os pais de qualquer menor que procure fazer um aborto, com pelo menos 48 horas de antecedência. O Dakota do Sul quer banir o aborto em todas as situações, excepto em casos de violação, incesto ou de perigo de vida para a mãe, e o Colorado tenta aprovar uma medida que definirá legalmente a noção de “pessoa” como aplicável a partir do momento da concepção.

Mas há também medidas menos fracturantes. No Missouri quer-se estabelecer o inglês como língua oficial em todas as reuniões governamentais; no Maryland e no Ohio as medidas têm a ver com casinos e jogo, e três estados pretendem referendar a utilização de marijuana para usos terapêuticos.

Uma lista completa das medidas, por tema, pode ser encontrada aqui.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Jeitinho para o negócio

Pensa que os americanos se esqueceram de Joe the Plumber?
Nada de mais errado. Antes pelo contrário.
O “herói” das Presidenciais continua nas bocas do mundo… e no tronco dos americanos. Isto porque há quem não tenha perdido tempo e fez do canalizador um negócio.
As t-shirts de Joe vendem-se aqui, aqui, aqui e aqui. Se fosse cá, diria, “é escolher, freguês”!

Pedro Caeiro

Telemóveis sim… crachás não

As eleições para a Casa Branca já estão a ter impacto nas salas de aula. Dois dos estados norte-americanos proibiram os professores de escolas públicas de expressarem o seu sentido de voto através de crachás, bandeiras ou autocolantes. O Illinois, de onde vem Obama, foi um deles. O outro foi o estado de Nova Iorque.

Na terra das liberdades, não tardou que a Federação Unida de Professores viesse lembrar que os professores têm o direito (previsto na Constituição) de liberdade de expressão.

Um juiz discordou e resolveu proibir os crachás nas salas de aula… mas permitir aos professores distribuir material de campanha entre si e colocar cartazes em locais “inacessíveis” aos alunos.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

As apostas, sempre as apostas

Com as eleições à porta, fazem-se as últimas apostas sobre quem vai vencer. Apostas mesmo. A dinheiro. Muito. Sobretudo se apostar numa vitória de McCain e for este a vencer mesmo.
As previsões das casas de apostas dão, em média, 8 em 10 hipóteses de vitória para Obama.

Na Europa, a confiança é ainda maior. A maior casa de apostas irlandesa, a Paddy Power, já declarou a vitória de Obama. E já está a contar pagar qualquer coisa como 1 milhão de euros nas apostas que dão o democrata como próximo inquilino da Casa Branca.

Um canalizador sem licença


“É Joe o Canalizador… um canalizador?”. O Washington Post diz que é discutível.
É que, afinal, o homem mais famoso da campanha (logo a seguir a Obama e Mccain), nem sequer tem licença para exercer a profissão de canalizador.
Ah… e falta um pormenor: o nome dele nem sequer é Joe. É Sam.
Portanto, Joe o Canalizador nem é Joe, nem é canalizador.

Como se costuma dizer por cá, “sem saber ler nem escrever”, Joe (ou Sam) tornou-se o centro da campanha, com dezenas de jornalistas acampados à sua porta e a ter de pôr o telefone fora do descanso, para poder ter (algum) sossego.
Ainda assim, a Associação de Canalizadores e Técnicos de Vapor “desfez o mito”, ao garantir que Sam Wurzelbacher (mais conhecido como Joe the Plumber) não tem licença de actividade.

Pedro Caeiro

Imagem do dia

Barack Obama prepara-se para entrar na sala onde decorre o Al Smith Dinner, em Nova Iorque.

Duelo de anedotas

Imagina Cavaco Silva, Manuel Alegre e Mário Soares a trocar piadas uns sobre os outros num jantar público? Não está a ver, pois não?
Na América isso é possível e, até, uma tradição.
Antes de cada eleição presidencial, há um jantar de beneficência, em que os dois candidatos partilham o mesmo palco e trocam piadas entre si.
Desde 1945 que é assim. E só falhou duas vezes.

John McCain abriu as hostilidades com uma referência a “Joe the Plumber”, o nome por que ficou conhecido Samuel Wurzelbacher, um canalizador que apareceu na televisão a questionar Obama sobre o seu plano de impostos.
“Posso confirmar que esta manhã despedi todos os meus conselheiros estratégicos, e substituí-os por Joe the Plumber”. McCain, disse ainda que o mesmo canalizador tinha acabado de assegurar um contrato com um casal abastado, para tratar da canalização das suas sete casas, satirizando-se assim a si mesmo.

De seguida, referiu que conseguia sentir o apoio de muitos dos presentes, antes de se dirigir a Hillary Clinton, agradecendo a sua presença, dando assim a entender que a senadora democrata deseja a derrota de Obama.

Depois foi a vez de Obama. As primeiras piadas foram sobre si mesmo. “Ao contrário do que terão ouvido dizer, eu não nasci numa manjedoura”, disse, aludindo à sua própria popularidade. “Na verdade eu nasci no planeta Krypton, e fui enviado pelo meu pai Jor-el para salvar o planeta Terra”, concluiu Obama, comparando-se assim com o Super-Homem.

Obama gozou ainda com o seu próprio nome, referindo que o seu segundo nome, Hussein, lhe tinha sido dado por alguém “que obviamente não esperava que eu me candidatasse à presidência”.

Pedro Caeiro/Filipe d’Avillez

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