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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Escolher um Presidente

A jornalista Katharine Q. Seelye, do New York Times, faz uma retrospectiva dos últimos dois anos na corrida à Casa Branca.

Vários meses de luta interna em cada um dos partidos resultaram em dois nomes: McCain e Obama.

Seguiram-se poucos meses de campanha um contra o outro.

Um dos dois pode mudar a América. A partir de hoje.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Obama com Springsteen e McCain com… Hillary


Na penúltima noite antes do “Dia D”, o concerto de Bruce Springsteen a favor de Obama juntou cerca de 80 mil pessoas no Ohio. Foi uma das últimas tentativas de tentar “roubar” em definitivo aquele estado aos republicanos.

Com música para os indecisos, não terá sido por acaso a escolha dos temas do repertório do “Boss”: “The Promised Land”,”Youngstown” e “Working on a Dream”.
Do lado republicano, à falta de música, usa-se a voz de Hillary Clinton contra Obama.

No habitual “convite telefónico” ao voto, a campanha republicana usou frases de Hillary em que esta fala da falta de experiência de Obama. Frases agora descontextualizadas, mas que foram lançadas na luta das Primárias, para convencer o eleitorado flutuante.

A resposta ao mal-estar causado pela campanha republicana veio pela porta-voz de Clinton, Kathleen Strand: “A Senadora Hillary Clinton não aprova esta mensagem e, nas suas viagens através do país, tem repetido uma e outra vez que a opção nestas eleições não pode ser mais clara. A dupla McCain/Palin só oferece mais do mesmo (as políticas falhadas de George W.Bush), enquanto Obama/Biden têm a visão, a liderança e as soluções certas que precisamos. E pergunto-me, pior que é que os republicanos não usam estas palavras?”.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

PUMA’s zangados apoiam McCain

Não se sabe ao certo quantos são. Estão bem organizados e rondam os fóruns e blogs da internet a espalhar a sua mensagem. Alguns têm sido vistos nos comícios, munidos de placards e propaganda aparentemente contraditória.

São quase todos membros do Partido Democrata, uma grande maioria são mulheres e estão muito zangadas desde que Hillary Clinton perdeu a nomeação para candidata à presidência dos EUA.

Findo o processo das primárias, estes apoiantes de Clinton ouviram os apelos para a unidade do partido e responderam: “Party Unity My Ass!”, que se poderá traduzir de forma diplomática como “União Partidária Uma Ova”.

Tinha nascido o PUMA, que mais tarde mudaria o significado do seu acrónimo para o mais politicamente correcto “People United Means Action”.

Quando vir imagens de uma mulher com t-shirt da Hillary Clinton e um crachá de McCain cuidado, está na presença de uma felina irritada e perigosa.

Filipe d'Avillez

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