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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Será possível um Obama em Portugal?


A Renascença foi saber se seria possível em Portugal um fenómeno semelhante ao de Obama nos Estados Unidos.

E resolveu dar voz aos africanos que, por esta ou aquela razão, ficaram conhecidos no nosso país: Helder Amaral (deputado angolano do CDS-PP), Celeste Correia (deputada cabo-verdiana do PS), Fernando Ká (ex-deputado guineense do PS e actual presidente da Associação Guineense de Solidariedade Social) Ângelo Torres (actor são-tomense), Helmer Araújo (jornalista guineense), Valete (rapper de pais são-tomenses) ou Celeste Quintino (antropóloga guineense do ISCSP).

Curiosamente, à esquerda e à direita do espectro político, surgem críticas à falta de representatividade das minorias no Parlamento e acusa-se a sociedade portuguesa de um racismo “cada vez mais subtil”. Todos acham que é “impossível” um “Obama” em Portugal, pelo menos neste século.

A reportagem é de Joana Beleza e pode ser vista aqui.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Lá como cá…

…os portugueses votam pouco.
Afinal, o problema não é só do lado de cá do Atlântico.
O senador luso-descendente Marc Pacheco, do estado do Massachussetts, não perde a esperança. Acredita que os portugueses residentes nos Estados Unidos vão votar em massa nas eleições presidenciais norte-americanas, mas lamentou que a comunidade ainda não exerça uma plena participação cívica.
“A comunidade portuguesa, de cerca de 1,5 milhões de pessoas, ainda não tem uma participação política equivalente à sua dimensão”, afirmou o senador democrata durante um almoço-conferência, em Lisboa, na Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD).

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